Resumo Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis) *Contém spoiler

Saraiva
Saraiva

Classificado como romance realista, Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é narrado em primeira pessoa por um personagem já morto; ele começa descrevendo seus últimos dias de vida e depois volta para seu nascimento e infância, prosseguindo com muitos saltos.

Brás, de família rica, era um menino muito arteiro, mimado e protegido por seus pais. Em sua mocidade conhece Marcela, uma espanhola, por quem se apaixona; gasta parte de sua herança lhe dando presentes caros, o que enfurece seu pai, que decide o mandar à Europa para fazer faculdade. Após se formar, mora por lá durante um tempo, porém volta ao Brasil devido à saúde de sua mãe, que falece poucos dias após sua chegada. Brás fica muito triste e passa algumas semanas isolado em casa, até seu pai apresentar os planos que tinha para o filho: a política e o casamento. Brás conhece sua noiva, Virgília, e quando finalmente as coisas estavam certas para se casarem, ela acaba casando-se com Lobo Neves; tal fato entristece muito o pai de Brás, que passa suas ultimas semanas de vida lamentando-se por não ter conseguido casar o filho.

O tempo passa e Brás acaba tornando-se um grande amigo de Lobo Neves. Ele e Virgília iniciam um romance secreto que só tem fim muito tempo depois, quando quase são pegos por Lobo Neves na casinha onde se encontravam. Virgília parte com o marido para a província e Brás começa a passar seus dias com um velho amigo seu, Quincas Borba. Ele quase casa-se depois, porém sua noiva falece devido à febre amarela.

Por fim, sempre de uma maneira sarcástica, Brás Cubas vangloria-se por não ter precisado trabalhar durante sua vida para se sustentar, pois vivia da herança de seu pai, e lastima o fato de não ter dado continuidade à sua geração, azar e família com um filho.

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