Resenha Marcada para morrer (Kim Harrison)

Juliescreveu
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Após um vírus aniquilar grande parte da população mundial, seres mágicos aproveitam a oportunidade para se revelar e passam então a conviver abertamente com os humanos que restaram. No meio dessa desordem conhecemos Rachel Morgan, uma bruxa que trabalha como caça-recompensas, possui uma péssima relação com seu chefe e odeia os serviços medíocres e monótonos que lhe são encarregados.

Quando sua paciência chega ao limite, Rachel encontra uma maneira de se demitir para iniciar uma vida profissional autônoma. Contudo, sua atitude influência Ivy, uma vampira misteriosamente atraente, e Jenks, um pixie esperto e resmungão, e ambos decidem pedir demissão e se unirem à bruxa. Perder funcionários eficientes enfurece o ex-patrão, que coloca a cabeça de Rachel a prêmio. Agora, ela precisará proteger sua vida enquanto se dedica a uma investigação envolvendo tráfico de biodrogas.

Com uma narrativa moderna, Marcada para morrer é o tipo de livro entretenimento, claramente escrito com a intenção de ser adaptado para a TV ou cinema. A visão fantasiosa da autora, apesar de não muito inovadora, possui características notáveis, porém nada que se mostre muito capaz de instigar e envolver. Não muito previsível, a história não chega a surpreender, mas é uma boa fonte de distração e divertimento.

3 Comentários


    1. Fui assistir Gravidade no cinema, Joyce, mas acabei não gostando logo de início, então sai da sala. Não gosto de deixar as coisas inacabadas, principalmente livros e filmes, mas esse realmente não me agradou.

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